Salut!
De Hermès a Kenzo, as marcas com mais prestígio se interessam pelo trabalho dos gafiteiros. Um casamento muito audacioso, mas que tem funcionado muito bem.
Dos grafitis nos desfiles de moda, a um perfume Kenzo chamado "Flower Tag", ou a uma boutique Hermès expondo telas de grafiti. O improvável casamento entre grafiti e marcas de luxo tem acontecido com cada vez com mais frequência.
Em 2001, a marca Louis Vuitton já havia trabalhado com o designer Stephen Sprouse na customização de bolsas e bandanas. Mas daí a colaborar com artistas de rua já condenados por vandalismo como a Hermès o fez ao pedir ao artista Darco para fazer a decoração da sua boutique em Dubai, grandes barreiras têm sido ultrapassadas.
De acordo com o diretor geral para o Oriente Médio da Hermès, a arte de rua começou na rua, com um lado trash, popular, urbano. Mas o interessante é a maneira com que se integra ao ambiente e alimenta as discussões.
A Hermès, é por essência uma "maison" de criação que coloca o produto no coração da sua atividade. O seu estilo é alimentado, com frequência, por aspirações de uma época.



Bisous,
Fonte: revista M magazine do jornal Le Monde, 24 março de 2012
Teresa
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